
A décima parte do dinheiro existente num mealheiro são 30 euros.
Que dinheiro existe no mealheiro?
2 de novembro de 2010
2 de outubro de 2010
Rimas sobre as Formas Geométricas
Eu sou o Quadrado
Bonito demais
Tenho quatro lados
E todos iguais
E eu sou o Círculo
Sou igual à lua
Sou o mais bonito
Lá da minha rua
Eu sou o Triângulo
Tenho três biquinhos
De chapéu eu sirvo
Para os palhacinhos
Eu sou o Rectângulo
Cresci mais de um lado
Para fazer inveja
Ao senhor quadrado
http://educacaodeinfancia.com/rimas-sobre-as-formas-geometricas
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27 de julho de 2010
6 de julho de 2010
Problema 46
Foi descoberto que o nosso cérebro tem um Bug.
Aqui fica um pequeno exercício de calculo mental!!!
Este cálculo deve-se fazer mentalmente ( e rapidamente),
sem utilizar, nem papel ou caneta!!! Seja honesto... faça cálculos mentais...
Tem 1000, crescente-lhe 40. Acrescente mais 1000. Junte mais 30 e novamente 1000.
Some 20. Acrescente 1000 e ainda 10.
Qual é o seu resultado?
( Verifique nas respostas se está certo.)
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29 de junho de 2010
Mãezinha
A terra de meu pai era pequena
e os transportes difíceis.
Não havia comboios, nem automóveis, nem aviões, nem mísseis.
Corria branda a noite e a vida era serena.
Segundo informação, concreta e exacta,
dos boletins oficiais, viviam lá na terra, a essa data,
3023 mulheres, das quais
45 por cento eram de tenra idade,
chamando tenra idade
à que vai do berço até à puberdade.
28 por cento das restantes
eram senhoras, daquelas senhoras que só havia dantes.
Umas, viúvas, que nunca mais (oh! nunca mais!) tinham sequer sorrido
desde o dia da morte do extremoso marido;
outras, senhoras casadas, mães de filhos...
(De resto as senhoras casadas,
pelas suas próprias condições,
não têm que ser consideradas
nestas considerações.)
Das outras 10 por cento,
eram meninas casadoiras, seriíssimas, discretas,
mas que por temperamento,
ou por outras razões mais ou menos secretas,
não se inclinavam para o casamento.
Além destas meninas
havia, salvo erro, 32,
que à meiga luz das horas vespertinas
se punham a bordar por detrás das cortinas
espreitando, de revés, quem passava nas ruas.
Dessas havia 9 que moravam
em prédios baixos como então havia,
um aqui, outro além, mas que todos ficavam
no troço habitual que o meu pai percorria,
tanquilamente no maior sossego,
às horas em que entrava e saía do emprego.
Dessas 9 excelentes raparigas
uma fugiu com o criado da lavoura;
5 morreram novas, de bexigas;
outra, que veio a ser grande senhora,
teve as suas fraquezas mas casou-se
e foi condessa por real mercê;
outra suicidou-se
não se sabe porquê.
A que sobeja
chama-se Rosinha.
Foi essa que o meu pai levou à igreja.
Foi a minha mãezinha.
António Gedeão
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19 de junho de 2010
6 de junho de 2010
Problema 45
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24 de maio de 2010
Romance ingénuo de duas linhas paralelas...
Duas linhas paralelas
Muito paralelamente
Iam passeando entre estrelas
Fazendo o que estava escrito:
Caminhando eternamente
De infinito a infinito.
Seguiam-se passo a passo
Exactas e sempre a par
Pois só num ponto do espaço
Que ninguém sabe onde é
Se podiam encontrar
Falar e tomar café.
Mas farta de andar sozinha
Uma delas, certo dia,
Virou-se para a outra linha
Sorriu e disse-lhe assim:
"Deixa lá a geometria
e anda aqui p'ro pé de mim..."
Diz a outra:"Nem pensar!
Mas que falta de respeito.
Se quisermos lá chegar
temos que ir devagarinho
andando sempre a direito
cada qual no seu caminho!"
Não se dando por achada
Fica na sua a primeira
e, sorrindo, amalandrada
Pela calada, sem um grito
Deita a mãozinha e matreira
Puxa a si o Infinito.
E com ele ali à frente
As duas a murmurar
Olhando-se docemente.
E sem fazerem perguntas
Puseram-se a namorar.
Seguiram as duas juntas.
Assim, nestas poucas linhas
Fica a história banal
E com linhas e estrelinhas
Uma moral convergente:
O Infinito, afinal,
Fica aqui ao pé da gente!
José Fanha
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24 de abril de 2010
Dança - M. Imagens
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21 de março de 2010
Problema 44
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